Um documento medieval recém -descoberto lançou dúvidas sobre Uma das relíquias religiosas mais famosas do mundo.
A mortalha de Turim, um pedaço de linho que se acredita ter sido usado para embrulhar Jesus após sua morte na cruz, atrai milhares de visitantes fiéis todos os anos.
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Parece suportar a imagem de um homem após a crucificação, levando muitos a afirmar que era o muito mortalha que aborreceu o corpo de Cristo.
Mas a Bombshell Fresh Evidence sugere que o pano é falso.
Especialistas atordoados descobriram uma nova pista nas primeiras evidências escritas “oficiais” conhecidas até o momento.
Observou-se por um teólogo normano altamente respeitado, Nicole Oresme, que se tornou um bispo.
Mais sobre a mortalha de Turim
No documento, ele rejeita a mortalha como uma falsa “clara” e “patente”.
Ele também afirma que a relíquia nada mais é do que um engano de “clérigos” em meados do século XIX.
O mistério em torno da mortalha de Turim causou um feroz debate por séculos sobre se é genuíno ou não.
Apesar das crescentes evidências sugerindo que não é real, muitos apoiadores cristãos de sua autenticidade mantêm sua crença.
No início deste mês, a nova análise de modelagem digital lançou mais dúvidas.
O designer digital 3D brasileiro Cicero Moraes usou o software de modelagem digital para estudar o pano e concluiu que as impressões no linho só poderiam ter sido feitas por uma escultura, não pelo corpo de uma pessoa real.
Os pesquisadores também acreditam que o linho foi feito para o século XIII ou XIV.
“Esta relíquia agora controversa foi apanhada em uma polêmica entre apoiadores e detratores de seu culto por séculos”, disse o Dr. Nicolas Sarzeaud, que liderou o novo estudo.
“O que foi descoberto é uma demissão significativa da mortalha.
“Oresme afirma: ‘Não preciso acreditar em quem afirma: alguém fez um milagre para mim, porque muitos clérigos enganam os outros, a fim de obter ofertas para suas igrejas.’
“Este é claramente o caso de uma igreja em champanhe, onde foi dito que havia a mortalha do Senhor Jesus Cristo, e pelo número quase infinito daqueles que forjaram essas coisas e outros”.
A mortalha do professora especialista em Turim, Andrea Nicolotti, reagiu às descobertas dizendo que é “mais evidências históricas de que, mesmo na Idade Média, eles sabiam que a mortalha não era autêntica”.
“Com este documento, a história que já conhecíamos de outras fontes está perfeitamente confirmada”, disse ela.

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Quais são as teorias sobre a mortalha de Turim?
Os estudiosos se perguntaram o que causou a imagem na mortalha de Turim por séculos. Aqui estão algumas das principais teorias.
- É uma pintura – Alguns acreditam que a mortalha foi pintada, mas investigações nessa teoria não mostraram nenhum sinal de tinta presente no pano
- É um processo natural – Raymond Rogers, do Laboratório Nacional de Los Alamos no Novo México argumentou em 2002 que uma transformação química poderia causá -la. Ele sugeriu que mesmo o calor moderado de cerca de 40 ° C, uma temperatura que os médicos post mortem disseram que um corpo morto poderia alcançar brevemente se a pessoa morresse de hipertermia ou desidratação – poderia ser suficiente para descolorir os compostos de carboidratos açucarados que podem ser encontrados na superfície das fibras de algodão.
- É uma foto – Os estudiosos concluíram que a imagem é um “negativo”, o que significa que está escuro onde deve ser leve. Isso levou a alguns estudiosos sugerindo que poderia ser uma forma de fotografia primitiva. A chave para a idéia é o nitrato de prata composto sensível à luz que era conhecido no século VIII, mas nenhuma evidência foi encontrada de que eles poderiam usá-lo dessa maneira.
- Foi causado pela ressurreição – A teoria final é que a imagem foi causada pelo processo divino que trouxe Jesus de volta à vida. Alguns cristãos acreditam que a imagem no pano foi causada pela energia liberada quando Cristo foi revivido no primeiro domingo de Páscoa.
Fonte – thesun.