Temores sobre lixo espacial perigoso enquanto o secreto satélite ‘inspetor’ russo ‘SE QUEBRA’ sobre a Terra, expelindo detritos

ESPECIALISTAS temem que um satélite militar russo abandonado tenha se quebrado sobre a Terra, contribuindo para o perigoso “lixo espacial”.

Existem milhões de fragmentos orbitando o planeta, despejados de foguetes antigos e outros lançamentos.

Uma impressão artística de como é o lixo espacialCrédito: Getty
Especialistas notaram algumas peças extras ao redor do satélite russo Luch/OlympCrédito: X/@s2a_systems

A Nasa atualmente rastreia cerca de 54 mil bits maiores que 10 cm, mas há cerca de 140 milhões de pequenos fragmentos com menos de 1 cm de comprimento que são pequenos demais para serem monitorados.

Apesar do seu pequeno tamanho, ainda podem causar danos significativos a outras naves espaciais em funcionamento, incluindo a ISS.

Fragmentos de metal do tamanho de uma mancha de tinta podem causar danos suficientes à ISS para que os astronautas tenham que realizar trabalhos de reparo.

O lixo espacial já deixou uma grande marca na ISS.

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Agora parece que um satélite secreto russo reformado, apelidado de “inspetor”, pode estar a agravar o problema noutra área acima da Terra.

O satélite Luch/Olymp foi lançado em 2014 e acredita-se que tenha sido usado para perseguir nave espacial dos EUA e outros países em uma zona conhecida como Órbita Geoestacionária da Terra (GEO).

Esta é uma área localizada 22.236 milhas acima do equador da Terra, com satélites orbitando na mesma velocidade da rotação da Terra.

O Luch/Olymp foi recentemente desativado e movido para a chamada “órbita cemitério”, que fica algumas centenas de quilômetros mais longe da zona GEO.

Mas especialistas da empresa de rastreamento espacial S2A avistaram o satélite começando a “cair em sua órbita cemitério” na noite de sexta-feira com “objetos adicionais” ao seu redor.

O astrofísico e rastreador de satélite Jonathan McDowell disse ao Space.com o que pode ter acontecido.

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Uma possibilidade é que outro pedaço de destroço possa ter atingido o próprio Luch/Olymp.

Se for esse o caso, seria um resultado preocupante, pois sugere que o cemitério se tornou mais lotado e perigoso do que se acreditava anteriormente.

Na Órbita Terrestre Inferior (LEO), os cientistas há muito se preocupam com um fenômeno conhecido como Síndrome de Kessler.

A Síndrome de Kessler é um conceito idealizado pelo cientista da Nasa Donald J. Kessler.

Refere-se à ideia de que uma reação em cadeia de explosão de detritos espaciais poderia criar tanto lixo espacial na órbita baixa da Terra que ficaríamos presos na Terra.

Também poderia significar que não teríamos o uso de satélites porque eles seriam quebrados durante as colisões.

A teoria baseia-se no facto de já existirem milhões de micrometeoróides em órbita da Terra, juntamente com todos os novos itens artificiais que lá colocamos.

Embora as principais preocupações sobre a Síndrome de Kessler se apliquem ao LEO, os mesmos princípios também se aplicam ao GEO.

E poderia tornar perigosas futuras missões espaciais.



Fonte – thesun.

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