Pentacampeão admite que não era a favor de estrangeiro na seleção, mas mudou de ideia com Ancelotti

IMG_2183
Denilson, com a Taça Fifa: apenas ex-jogadores podem tocar no troféu (foto: Lycio Vellozo Ribas)

Durante o Tour da Tafa Fifa nesta segunda-feira (23), o ex-atacante Denílson falou também sobre a ideia de se ter um estrangeiro no comando da Seleção Brasileira. É a primeira vez que o Brasil terá um treinador estrangeiro em Mundiais, e isso causou certo desconforto em profissionais da área.

“A chegada do Ancelotti, na minha opinião, trouxe uma perspectiva e um respeito que a gente tinha perdido nos últimos anos”, afirmou o ex-atacante, que foi campeão do mundo com o Brasil em 2002.

O ex-jogador admitiu que também resistia à ideia de ter um treinador estrangeiro na Seleção. “Eu confesso que, num passado não tão distante, eu não era a favor de ter um treinador estrangeiro na Seleção Brasileira, porque eu acho que a gente produz bons treinadores. O momento pode não ser bom para os treinadores, mas a gente produz bons treinadores”, disse ele. “Agora já estou bem feliz e bem contente. Tive a possibilidade de conhecer o Ancelotti, de conversar com ele, um cara extremamente educado, bacana, entende a responsabilidade que ele tem nas mãos. Hoje eu enxergo a seleção brasileira muito mais equilibrada com a chegada dele”.

Para Denílson, o Brasil tinha uma geração de jogadores que eram mais envolventes com a bola no pé. “Usavam mais o improviso. Essa seleção de agora é uma seleção mais pragmática, uma seleção mais robotizada” falou. “E aí a chegada do Ancelotti trouxe um pouquinho mais dessa irreverência. Mas, acima de tudo, trouxe o respeito que a gente tinha perdido”.

O ex-atacante disse que conversou com muitas pessoas sobre a chegada do Ancelotti. “A gente não via esse entusiasmo antes da chegada do Ancelotti”, afirmou.


Fonte Bem Paraná

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *