
Complexo Turístico Tayayá Resort, em Ribeirão Claro, no Paraná, na divisa com São Paulo, publicou uma nota de esclarecimento neste fim de semana. Assinada pela assessoria de imprensa do grupo, a nota explica que Complexo Turístico Tayayá Resort, em Ribeirão Claro, no Paraná, na divisa com São Paulo, que apareceu no noticiário envolvendo o escândalo do Banco Master e o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Dias Tóffoli.
Em nota, o grupo fala das estrutura jurídica, imobiliária e operacional e do o modelo de funcionamento. “É um condomínio instituído e regido nos termos da lei 4.591/64 e demais legislações aplicáveis, de formato híbrido com duas modalidades distintas, a primeira na forma tradicional de condomínio edifício e, a segunda, no regime de multipropriedade – dividida em 13 cotas de fração de tempo”, diz a nota
Conforme a nota, exatamente por conta da estrutura societária, o “empreendimento jamais poderia pertencer e tampouco ser controlado por um único proprietário, uma vez que ser trata de um Condomínio que conta com mais de 1.500 condôminos, divididos entre proprietários das 70 unidades de flats e pousadas e os multiproprietários das demais unidades (apartamentos, villages e ecoview)”, diz a nota.
O grupo reitera ainda que ao contrário do que foi noticiado, o Condomínio não possui qualquer atividade ilegal.
Localizada no norte do Paraná, o resort Tayayá é considerado um empreendimento de alto padrão e pela ampla oferta de lazer. Conforme notas, teria sido frequentado por Toffoli. O local reúne piscinas aquecidas, marina com lanchas, quadras esportivas, passeios náuticos e até um minicassino.
O resort Tayayá opera no modelo de multipropriedade. Cada unidade possui cotistas que se revezam ao longo do ano, e turistas que não são proprietários podem se hospedar em apartamentos vagos ou ainda não vendidos. As diárias, a depender da época, partem de cerca de R$ 1.200.
Fonte Bem Paraná